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Havana. 14 Janeiro, de 2015

Esforço bem-sucedido do povo nas doações de sangue

HAVANA.— As doações de sangue ultrapassam em Cuba toda o volume previsto, há mais de dois anos, o qual constitui um sucesso do povo em seu apoio aos Comitês de Defesa da Revolução (CDRs) e ao Ministério da Saúde Pública (Minsap), soube-se na terça-feira, 13 de janeiro, na capital cubana.

 Na sede da Direção Nacional dos CDRs, o chefe do Programa Nacional de Sangue, do Minsap, doutor Luis Enrique Pérez Ulloa, detalhou que tal empenho se cumpre, de forma constante, por parte de cada província e do município especial Isla de la Juventud desde novembro de 2012 até dezembro último.

 Referiu que a execução do programa cubano de sangue é um trabalho no qual intervêm múltiplos setores. E destacou que em Cuba um total de 6.525.000 pessoas pode doar o sangue, pois se encontra dentro da faixa etária de 18 a 65 anos e não apresentam padecimentos excludentes para fazer esse gesto humano.

 Desse número, umas 340 mil pessoas entregam seu sangue de forma sistemática, o qual representa aproximadamente 5% do referido potencial.

 “Esse volume resulta suficiente para manter abastecidas as necessidades assistenciais e as da indústria de derivados do sangue”, destacou Pérez Ulloa.

 O diretivo explicou que o sucesso na obtenção desse produto humano é devido à instrumentação de mecanismos em cada província, que antes não existiam, entre o Poder Popular, o Minsap e os CDRs, os quais, cada mês, acompanham o comportamento das doações e adotam medidas para obter a quantia prevista.

 Informou que, em média, com cada contribuição de sangue se conseguem salvar três vidas, pois se trata de um elemento essencial no atendimento hospitalar de pacientes, especialmente nos casos dos acidentes.

 Acrescentou que durante o ano passado, em Cuba 1.026.742 de pessoas precisou de cirurgia, efetuaram-se 32 transplantes de fígado e 175 de rins, “e para cada uma dessas cirurgias, como é usual, precisou-se do sangue e, às vezes, em grandes quantidades”.

 O doutor Pérez Ulloa detalhou que no caso dos transplantes de fígado se requer de 20 unidades (bolsas) para cada operação.

 Uma grande porcentagem do sangue que cada ano entregam os 340 mil dadores cubanos, vai para a indústria, onde glóbulos e plaquetas são preparados em concentrados, de acordo com o grupo sanguíneo, em produtos de grande procura para a medicina reabilitadora moderna.

 Dos leucócitos se obtém o interferon, o qual é produzido no Centro de Engenharia Genética e Biotecnologia, enquanto o plasma restante é purificado para extrair proteínas, as quais depois são administradas como potentes fármacos naturais. (AIN)
 

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