e
transbordadas por coloridos desfiles de
trabalhadores e do povo em geral.
O presidente Raúl Castro liderou o
ato central em Havana, por cuja Praça da Revolução
José Martí desfilou mais de meio milhão de
capitalinos.
A jornada começou com um discurso do
secretário-geral da Central dos Trabalhadores de
Cuba, Salvador Valdés Mesa, que definiu a gigantesca
mobilização efetuada no país todo como a mais
genuína expressão do respaldo dos operários e do
povo à Revolução e o socialismo.
"Comemoramos, disse, uma jornada de
reafirmação e compromisso com o cumprimento das
Diretrizes da Política Econômica e Social do Partido
e a Revolução, aprovadas no 6º Congresso do Partido
Comunista de Cuba".
Acrescentou que os trabalhadores e
seu movimento sindical são os principais
protagonistas, no empenho de aperfeiçoar o modelo
econômico cubano.
Valdés Mesa, também membro do Bureau
Político do Partido, reconheceu que a atual batalha
econômica não está isenta de obstáculos e
dificuldades. E fez um apelo a elevar a produção, a
disciplina trabalhista e a produtividade.
Um enorme outdoor com o lema
"Preservar e aperfeiçoar o socialismo" iniciou a
passeata popular, na qual também participaram
dirigentes operários, do Partido Comunista de Cuba,
do Estado, do governo e das organizações políticas e
sociais.
O desfile foi liderado por um bloco
de trabalhadores da saúde na capital, setor
representativo da cooperação internacional cubana,
presente atualmente em 66 países.
Agrupados em 23 blocos, os
manifestantes levavam fotografias do líder da
Revolução cubana, Fidel Castro, de Raúl Castro e de
revolucionários mundiais como Karl Marx e Vladimir
Ilitch Lenin.
Predominaram ainda, cartazes dos
lutadores antiterroristas Gerardo Hernández, Ramón
Labañino, Antonio Guerrero, Fernando González e René
González, condenados nos Estados Unidos e os
reclamos por sua liberdade e imediato retorno a seu
país.
Numa área da tribuna se encontravam
1.900 líderes sindicais de 209 organizações de 117
países, presentes nos festejos.