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Havana, 4 Junho de 2014

 

Venezuela aposta na diversificação energética

Mario Esquivel

A economia venezuelana, com uma matriz energética sustentada por reservas provadas de petróleo de 298 bilhões de barris (as maiores do mundo), trabalha pela diversificação, para aproveitar o potencial existente em combustíveis como o gás natural.

 Em efeito, os dados de fontes especializadas colocam a Venezuela na oitava posição do mundo, quanto ao volume dos inventários desse produto, enquanto que em nível da América Latina o país detém a liderança.

 Unido a isso, a necessidade de liberar importantes volumes de diesel (uns 300 mil barris) que se utilizam atualmente na geração elétrica, colocam o aproveitamento do gás como uma prioridade para o governo, o qual se dirige, ainda, ao desenvolvimento da petroquímica.

 A capacidade produtiva desse energético no país beira atualmente os sete bilhões de pés cúbicos por dia, quantia que deve chegar a 7,5 bilhões em dezembro próximo e aos 12 bilhões para 2019.

 Entre as ações mais imediatas a cargo da estatal Petróleos de Venezuela (Pdvsa) destaca o desenvolvimento do projeto Mariscal Antonio José de Sucre, no norte da península de Paria (estado de Sucre) com um objetivo produtivo de hasta 1,2 bilhão de pés cúbicos e 28 mil barris de condensados diários.

 O referido projeto contempla a perfuração de 36 poços, a construção de duas plataformas, instalação dos sistemas de produção submarina, linha de recolha e sistema de exportação.

 Unido a isso, a fase seguinte incorporará as jazidas restantes, onde está o elemento adicional de contar com gás associado a líquidos (butano, propano e etano) cuja cotação se aproxima da do petróleo e com grandes expectativas para a petroquímica.

 Como elemento a destacar no Mariscal Sucre, o ministro de Petróleo e Mineração, Rafael Ramírez, mencionou a perfuração do maior poço que se haja executado no país, com uma capacidade produtiva de 80 milhões de pés cúbicos diários.

 Ainda, está a iniciativa denominada Plataforma Deltana, com vista à extração e liquefação de gás em águas venezuelanas, perto da fronteira marítima com Trinidade e Tobago.

 Segundo as previsões, o país poderia ter ingressos adicionais pela exportação do diesel, o qual seria substituído precisamente com o volátil combustível.

 Ademais da geração elétrica e a petroquímica, o gás tem como destino a própria produção de petróleo, ao ser utilizado para manter o fator de recuperação das jazidas, unido ao consumo doméstico. (Reproduzido de Orbe).

 

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