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Havana, 30 Setembro de 2014

 

Evo Morales ressalta independência econômica da Bolívia

O presidente da Bolívia, Evo Morales, concedeu uma entrevista publicada nesta segunda-feira (29), pela revista argentina Miradas del Sur, onde comentou os avanços em matéria social e econômica durante sua administração.

Para Morales, o impulso da independência econômica de seu país se deve à nacionalização dos hidrocarbonetos que impulsionou em 2006, decisão tomada apesar das pressões internacionais e dos prognósticos desfavoráveis para a indústria petrolífera boliviana.

Morales mencionou que “antes, como nos roubaram, depois, como nos libertamos economicamente. Antes era o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional que decidiam nossas políticas econômicas e agora nós decidimos, os estrangeiros não decidem mais nada, é praticamente uma libertação econômica depois da nacionalização”.

O presidente detalhou que o crescimento econômico em seu país antes da nacionalização era inferior a 3%. “Os últimos dados, divulgados há uns dois meses, mostram 6,5% de crescimento econômico. O ano passado foram 6,8%”. Concluiu que quando há estabilidade política, há estabilidade econômica.

Outro aspecto relevante da atualidade boliviana é a industrialização: Morales explicou que o país tem diversificado sua economia durante sua gestão. “As plantas separadoras de líquido, a ureia, na área da agropecuária vocês nem imaginam o quanto pretendemos avançar”.

Sobre a pobreza, Evo contrastou a atualidade com o passado. “Passamos de 38% de pobreza para 18%. A meta é chegar a 8% em 2020. E quando há movimento econômico, há emprego; quando há crescimento econômico, há pequenas e medias indústrias que vão crescendo, portanto, se reduz o desemprego e a pobreza”.

Entre as metas que o presidente destacou para seu próximo governo está “passar de economia de matérias primas e de economia industrial para a economia do conhecimento, identificar formas de exportar nossos saberes e já não seguir esperando, ou seguir importando, por exemplo, tecnologia dos Estados Unidos, da Ásia, da Europa, mas prepararmos aqui para também exportar. Por que não? Já não nos consideramos um pequeno país. Nos levantamos e vamos continuar”.

Neste sentido, Morales recordou de sua amizade com o comandante Hugo Chávez, “a morte do companheiro Hugo Chávez tem sido dura para mim. Não gosto de recordar estes momentos. Perder um companheiro como Hugo é um vazio, não somente na Venezuela, mas em toda a América do Sul”.

(Extraído do portal Vermelho)

 

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