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N o s s a   A m é r i c a

Havana, 30 Outubro de 2014

 

Presidente equatoriano exige que Obama “nos deixe em paz”

O Presidente do Equador, Rafael Correa, afirmou que a proposta do mandatário estadunidense, Barack Obama, de criar centros de inovação na América Latina e África para, supostamente, fortalecer a sociedade civil, não significa outra coisa que "mais intervencionismo”, pelo que exigiu "que nos deixem em paz”.

"Os latino-americanos entendemos perfeitamente o que isso significa: mais intervencionismo. Que não nos ajude tanto, que vá, no mais, formar líderes e fortalecer a sociedade civil em seu país, que nos deixe em paz”, mencionou durante sua intervenção na Conferência para o Desenvolvimento da ONU, na última sexta-feira, 24 de outubro.

Agência Andes

Correa acrescentou que essas são coisas que não se foram ditas antes e que "são ditas sem pensar muito”. Ele advertiu que estão vindo anos muito difíceis para os governos progressistas da região depois da recomposição da direita, algo que ele denomina de "restauração conservadora”.

"Essa primeira etapa em que houve muita margem de ação passou, agora, enfrentamos grupos de poder nacionais e internacionais articulados, com estratégia de poder, coordenados, fazendo campanhas sistemáticas contra os governos progressistas”, assinalou.

Sustentou que as condições são, agora, mais duras, considerando que o entorno internacional em nível econômico está se complicando pela queda do preço das matérias primas e, no caso do Equador, pela subida da moeda estadunidense. O presidente equatoriano disse que um dos principais instrumentos da restauração conservadora são os meios de comunicação que, na América Latina, estão nas mãos das elites.

"Não existe tal coisa como a liberdade de expressão, a opinião pública; a opinião é a dos donos dos meios de comunicação, que não são, precisamente, os pobres nem os que querem mudar as coisas”, afirmou. "Enfrentamos, dia a dia, a desinformação, a manipulação dos meios de comunicação, das oligarquias, dos grupos de poder tradicionais”, concluiu.

(Extraído do portal Adital)

 

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