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Havana, 28 Agosto de 2014

 

Cuba alerta sobre guerra não convencional dos EUA

José Ramón Balaguer, chefe do Departamento das Relações Internacionais do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, alertou no Foro de São Paulo acerca dos métodos e objetivos da guerra não convencional dos Estados Unidos para gerar caos nos países considerados seus inimigos

 LA PAZ.— Cuba alertou, em 27 de agosto, no Foro de São Paulo, que tem lugar aqui, sobre os métodos e objetivos da guerra não convencional dos Estados Unidos para gerar caos nos países considerados seus inimigos.

 O chefe do Departamento das Relações Internacionais do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, José Ramón Balaguer explicou que a aplicação dessa estratégia faz parte da contra-ofensiva do imperialismo e as direitas na América Latina e o Caribe.

 Disse que essa tática não é nova e pôs como exemplo a história das agressões das autoridades de Washington para intentar sufocar a Revolução de seu país.

 "À subversão ideológica e a influência política de médio prazo em determinado momento se acrescentam ações desestabilizadoras e radicais que buscam de forma expedita o que denominam uma mudança de regime. Trata-se de tornar invisível o envolvimento dos Estados Unidos", afirmou.

  Segundo detalhou Balaguer, a nação vítima do ataque é uma prioridade para os Estados Unidos por razões econômicas, geopolíticas ou inclusive por seu papel simbólico e contra hegemônico e a mudança de regime tem como propósito criar as condições políticas mínimas para garantir os objetivos imperiais, sendo as mais beneficiadas as grandes transnacionais.

  Balaguer disse que os governos da zona devem procurar a maior eficácia socioeconômica e de segurança interna para enfrentá-las.

  Balaguer advogou, ainda, por intensificar a denúncia oportuna em nível local e internacional dessas manobras, utilizar de forma intensiva a Internet e fortalecer as relações internacionais para neutralizar os esforços por isolar o país.

 "O avanço dos processos de integração e concertação política regional, como a Comunidade dos Estados Latino-americanos e Caribenhos, a União das Nações Sul-americanas e a Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América, entre outros, são por definição um antídoto eficaz ineludível", concluiu.

 O Foro de São Paulo concluirá na sexta-feira, 29, com uma declaração final.
 

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