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Havana, 26 Agosto de 2014

 

XX Foro de São Paulo
Cuba defende na Bolívia viabilidade do socialismo perante crise mundial


LA PAZ.— Cuba defenderá na vigésima edição do Foro de São Paulo, que iniciou suas primeiras atividades na segunda-feira, 25 de agosto, na Bolívia, a viabilidade do socialismo perante a crise do capitalismo, que é a causa da violência, instabilidade, descontentamento e insegurança em muitos países do planeta.

 Idalmis Brooks, secretária do departamento das Relações Internacionais do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba (PCC), assegurou à Prensa Latina que existe uma reorganização do mapa mundial, propiciada pelos interesses das grandes potências, a partir do começo mesmo da recessão global.

 Segundo sua opinião, mais além do impacto econômico, essas mudanças acarretaram inconformidade social, protestos e conflitos em regiões como o Oriente Médio.

 Brooks participará da 3ª Escola de Formação Política do Foro e exporá a ideia de que essas transformações também propiciaram uma contra-ofensiva do capitalismo e no entorno latino-americano tem maior força.

 Nesse sentido, fará referência ao processo de atualização econômica vigente na nação caribenha, apesar das tentativas dos Estados Unidos por sufocar sua Revolução desde 1959.

 “Hoje toda essa reorganização econômica tem como objetivo fundamental manter as conquistas atingidas em setores como a saúde, educação e a participação social das mulheres”, afirmou.

 Brooks reiterou que a Revolução Cubana promove a ideia de que os processos de integração da América Latina e o Caribe devem ser baseados na unidade dentro da diversidade e o respeito mútuo.

 A Escola de Formação Política é a primeira atividade do Foro de São Paulo e reúne 300 delegados de inúmeros partidos da esquerda, presentes no evento boliviano.

 A abertura oficial do Foro será na quinta-feira, 28, quando também será realizado um encontro de mulheres, afro-descendentes e de parlamentares.

 O encerramento será na sexta-feira, e será lida uma declaração final que incluirá a exigência do cessar imediato do bloqueio econômico, financeiro e comercial dos Estados Unidos contra Cuba, o apoio à causa da Argentina por recuperar as Ilhas Malvinas e a demanda boliviana contra o Chile, para ter uma saída soberana ao mar.
 

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