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Havana, 25 Junho de 2014

 

Venezuela reduz pobreza extrema

"O índice de pobreza extrema na Venezuela, medido pelas necessidades básicas insatisfeitas, teve uma diminuição progressiva de 10,8%, em 1999, para 5,5%, em 2013", destacou em Caracas o presidente do Instituto Nacional de Estatística (INE), Elías Eljuri.

O funcionário explicou que este método mede a pobreza de maneira integral, com aspectos como a educação, o número de pessoas vivendo em uma moradia sem serviços básicos, etc. Em cada um destes aspectos, o país teve uma melhora substancial.

Especificamente, o indicador de educação inclui o número de crianças dentre 7 e 12 anos que não frequenta a escola; o indicador caiu de 1,8% para 0,7%. O número de pessoas vivendo juntas, que se estabelece quando mais de três pessoas dormem em um quarto, se reduziu de 14,6% para 9,5% durante a Revolução Bolivariana, enquanto o indicador de moradias sem serviços básicos diminuiu de 15,7% para 9,5%.

Quanto à pobreza medida pelas receitas obtidas, que passou de 6% para 8,8%, Eljuri indicou que nisto influi o fenômeno inflacionário e que existem diversos fatores que não se levam em conta, como a alimentação gratuita nas escolas, que recebem 4,3 milhões de crianças e os mais de 40 milhões de livros entregues de forma gratuita aos estudantes do ensino básico; subsídios nas tarifas de eletricidade, gás e transporte, os bônus de fim de ano e diversos programas sociais do Estado.

Destacou, ainda, o aumento no número de pessoas aposentadas, que passou de 387 mil, em 1999, para mais de 2,5 milhões; o incremento da educação no ensino primário e secundário, de 44% para 76%; e a educação universitária, de 800 mil estudantes para 2,5 milhões; bem como o fato de que 82% da população recebe atendimento médico em centros de saúde públicos.

O presidente do INE também lembrou que a Venezuela tem o menor coeficiente de Gini da América Latina, o que indica que é o país com menor desigualdade da região. Ao se referir à inflação, explicou que além da guerra econômica da direita, que tem afetado a economia, o esforço deve dirigir-se a incrementar a produção nacional e parar o contrabando, que faz com que 30% dos produtos se desvie fora das fronteiras venezuelanas.

Nesse sentido, o governo lançou uma ofensiva econômica, com base no aumento da produção e garantia de fornecimento e preços justos.

EMPREGO DE MAIOR QUALIDADE

Eljuri reiterou que o desemprego na Venezuela teve uma redução significativa, de 14,6% que existia em 1999 para 7,1% neste ano 2014.

Manifestou que, inclusive, durante a crise econômica mundial de 2009-2010, a Venezuela teve uma taxa estável de 8%, enquanto em grandes países capitalistas havia mais de 15 milhões de desempregados, por exemplo, na Espanha o indicador atingiu 25%.

Além do mais, a qualidade do emprego aumentou, com um incremento de quase 10 pontos no emprego formal.

"É falso que tenha aumentado o número do comércio informal. À economia informal na Venezuela se dedicam cinco milhões de pessoas, e esse indicador caiu em dez pontos. Aí são contemplados 1.25 milhão de pessoas que trabalham em empresas com menos de cinco trabalhadores, e têm seguro social e pagam impostos sobre a renda (ISRL). Existem 3,5 milhões que trabalham de maneira independente e têm receitas que não são baixas", expressou o presidente do INE.

Acrescentou que os chamados buhoneros (comerciantes informais ou camelôs) somente são entre 300 mil e 400 mil indivíduos, número que não é representativo em relação com a população.

Ainda, graças à legislação, todos os venezuelanos têm direito à previdência social e a uma pensão por velhice. (AVN)
 

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