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Havana, 19 Março de 2014

 

Salienta imprensa brasileira labor de médicos cubanos

A presidente Dilma Rousseff recomendou um artigo sobre o tema

BAHÍA, Brasil. — A presidente do Brasil, Dilma Rousseff, recomendou recentemente em sua conta na rede social Facebook um artigo publicado no jornal G1 do estado da Bahia, que detalha o labor dos médicos cubanos que irão trabalhar nesse estado.
Com o título “Após África e Venezuela, casal vai atuar na Bahia pelo Mais Médicos”, o texto informa que 230 novos profissionais deixam Salvador em direção a 112 cidades baianas, e que 1.100 atuam no Estado, atendendo a quatro milhões de pessoas.

Os jornalistas Yuri Girardi e Tatiana Maria Dourado narram a história dos médicos cubanos Ángela Zunila que ingressou no programa Mais Médicos junto com seu marido, com quem trabalhou também na África do Sul e na Venezuela, ajudando famílias carentes.
Os dois vão atuar na cidade de Canarana, na região centro-oeste, e integram a equipe de 230 novos profissionais cubanos que serão deslocados para 112 dos 417 municípios baianos, precisa a publicação.
Eles foram recebidos pelo governador Jaques Wagner numa cerimônia que encerrou a semana de acolhimento do terceiro ciclo do programa. Desde que chegaram, os médicos participaram de atividades, conheceram as políticas de saúde e foram treinados para o uso de tecnologia na área.
“É um prazer estar na Bahia. EU trabalhei na África do Sul e na Venezuela. Para todos os médicos cubanos, o que vem primeiramente é a humanidade. Quero ajudar o povo brasileiro a melhorar sua saúde. Vamos ficar aqui por três anos e temos um mês de férias a cada semestre para ver a família em Cuba”.
Por seu lado, o governador da Bahia se mostrou contente com o reforço de mais profissionais que trabalharão em diversas regiões do estado e ressaltou o fato de que os médicos brasileiros não atuam nessas localidades mais carentes.
“A meia baiana de médicos por mil habitantes é de um, e o recomendado pela Organização Mundial da Saúde é, pelo menos, dois. São médicos que têm sua cabeça voltada para a saúde da família e com uma dedicação grande. Então foi acertado que, enquanto não ampliemos o número de faculdades de medicina para atuar na área de saúde familiar, é importante ter profissionais como esses, do programa Mais Médicos, para reforçar o atendimento em saúde pública”, comentou.
De acordo com o secretário estadual de Saúde, Washington Couto, são 1.100 profissionais do programa os que atuam na Bahia, atendendo a cerca de quatro milhões de pessoas. Em sua avaliação, o programa ajuda a garantir o acesso à saúde básica. Pesquisas realizadas nas localidades beneficiadas apontam a que cerca de 80% das pessoas consideram o programa ótimo ou bom, informou.
Segundo o jornal brasileiro, os profissionais da saúde passarão por cursos de especialização na área de saúde de família, proporcionados pela Universidade Estadual de Santa Cruz. (Cubadebate)
 

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