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I N T E R N A C I O N A I S

Havana, 3 de Junho, de 2014

Presidenciais sírias dão
avisam a oposição de que a população
apoia Al Assad

"AS eleições presidenciais de 3 de junho na Síria fazem parte da luta do presidente sírio contra a oposição armada que mergulhou o país na guerra", considera o presidente do Instituto dos Países do Oriente Próximo, Yevgueni Satanoviski.

Em Síria abriram as portas 9,6 mil colégios eleitorais, onde quase 16 milhões de sírios podiam eleger seu futuro presidente. Trata-se das primeiras eleições presidenciais em meio século que têm lugar com o envolvimento de vários candidatos. Esta normativa foi estabelecida na nova Constituição aceita em 2012. O chefe de Estado é eleito para um período de sete anos e pode ficar no cargo durante dois mandatos e não mais.

Poucos duvidam que o vencedor destas eleições será o candidato do partido governante Bass, o atual presidente Bashar al Assad. "Al Assad goza de grande apoio entre os sírios e a situação no país é muito diferente da que existia no começo da crise. A Síria de Al Assad resiste a agressão externa", opina o jornalista e analista político francês Thierry Meyssan, para quem aquilo que está vivendo a Síria, nos últimos tempos, não é um conflito interno mas sim uma guerra verdadeira.

Satanovski expressa que estas eleições são uma boa ocasião para mobilizar a população síria e transmitirão ao inimigo a mensagem de que o povo apoia as autoridades atuais. "Al Assad conta com o apoio da maioria", disse o especialista russo em política, à agência de notícias Regnum.

Embora o Ocidente esteja dizendo que estas eleições são uma paródia, Satanovski põe ênfase no fato de que embora haja guerra na Síria "isso não é um fato chave" para não efetuar as eleições. Se isso fosse levado em conta "metade do planeta não poderia fazer eleições. Contudo, a Ucrânia fez eleições presidenciais, também o Afeganistão. Em alguns países africanos também tiveram lugar eleições. Por que não fazê-las na Síria?", pergunta Satanovski. (Excertos da RT).
 

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