Presos Políticos do Império| MIAMI 5      

     

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I N T E R N A C I O N A I S

Havana, 16 Setembro, de 2014

Clamor de liberdade em
Washington e no mundo

Nuria Barbosa León

AMIGOS solidários com a Revolução cubana levantaram as vozes e chamativos cartazes ante a Casa Branca em Washington para exigir, mais uma vez, o fim da prisão de Gerardo Hernández, Ramón Labañino e Antonio Guerrero.

 Estes lutadores antiterroristas foram presos em 12 de setembro de 1998, junto a René González e Fernando González (hoje livres após cumprirem na íntegra suas condenações). Os Cinco desarticularam planos de grupos terroristas anticubanos de Miami e foram julgados em 2001.

 As jornadas de clamor pela justiça tiveram como palco Washington D.C. e incluíram um evento político na sede da organização Impact Hub e uma vigília cultural, na casa Rutilio Grande, na cidade de Takoma Park. Nas atividades participaram o advogado José Pertierra, o escritor canadense Stephen Kimber e a ex-presidenta do Senado mexicano Yeidckol Polevnsky, entre outros.

 No sindicato internacional de empregados dos serviços foram exibidos os quadros de Antonio Guerrero “Absolvidos pela solidariedade”, com 16 imagens que descrevem os sete meses dum julgamento do qual já sabiam que seriam condenados, porque os jornalistas e a mídia foram pagos pelo governo estadunidense, com a missão de realizar uma campanha obsessiva e difamadora e criar um ambiente hostil.

 Vários gabinetes de legisladores radicados no Capitólio receberam a visita de ativistas solidários os quais, na vigília frente à Casa Branca, mostraram cartazes com lemas a favor da liberdade dos lutadores antiterroristas cubanos e com frases reconhecidas como “Obama Give me Five”, de impacto para meios de comunicação em massa como Telesur, Russia Today, Agência Francesa de Imprensa e Hispantv.

 O movimento de solidariedade internacional realizou múltiplas ações no mundo todo, como a entrega de cartas ao presidente Barack Obama nas embaixadas e consulados dos Estados Unidos em seus respectivos países, e com manifestações de reclamo de justiça.

 Em La Courneuve, uma cidade próxima de Paris, representantes da organização Cuba Sim France realizaram um ato na área do jornal L’Humanité, com a participação do herói René González, enquanto na Colômbia, Ramón Labañino enviou uma mensagem de agradecimento pelos gestos solidários com a causa nesta nação sul-americana, lida por sua esposa Elizabeth Palmeiro.

 No site da chancelaria russa, o porta-voz Alexandr Lushévich, avaliou de hipócrita a política estadunidense em matéria de direitos humanos e pôs como exemplo o caso dos Cinco, que trabalhavam contra grupos extremistas para enfrentar o terrorismo internacional, e não em detrimento da segurança nacional dos Estados Unidos.

 Cazaques solidários entregaram à embaixada de Cuba em Astana um novo chamamento, exigindo a libertação dos três prisioneiros cubanos, num ato efetuado na sede da organização Zhuldyz (Estrela). O acadêmico Vajit Rustemov, do Cazaquistão também reiterou numa mensagem seu apoio à causa dos cubanos.

 Participantes das atividades culturais promovidas pela Casa da América Latina, com sede em Teerã, Irã, enviaram uma nota a Havana para lembrar que decorreram 16 anos, 5.840 dias, a partir da detenção dos heróis cubanos, que evitaram a morte de muitas pessoas.

 O Comitê argentino pela solidariedade dos Cinco apresentou na embaixada dos EUA em Buenos Aires, uma carta em inglês e castelhano ao encarregado de negócios, Kevin Sullivan, para ser enviada a seu presidente, com um reclamo de liberdade imediata para Gerardo, Ramón e Antonio.

 Entretanto, 11 deputados integrantes da Comissão de Amizade com Cuba do Parlamento chileno, também entregaram uma carta dirigida ao presidente estadunidense, onde solicitam vínculos normais com a nação caribenha e a liberdade para os três lutadores antiterroristas injustamente presos.

 O presidente salvadorenho Salvador Sánchez Cerén conversou com a mãe de Antonio Guerrero, Mirta Rodríguez, que também esteve presente numa missa na capela do hospital Divina Providência, em São Salvador, onde foi assassinado monsenhor Romero.

 Integrantes da coordenadora nicaraguense de solidariedade com Cuba se reuniram na Universidade Nacional de Engenharia de Manágua, para qualificar os cinco patriotas da Ilha como verdadeiros heróis da paz mundial. Em Lima, Peru, também teve lugar outra passeata solidária pelas avenidas, onde levavam cartazes com as fotografias e os nomes dos prisioneiros cubanos.
 

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