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I N T E R N A C I O N A I S

Havana, 14 Outubro, de 2014

Denunciam impacto do bloqueio estadunidense nas mulheres cubanas
• A incidência do bloqueio estadunidense no pleno desenvolvimento das cubanas foi denunciado nas Nações Unidas

NAÇÕES UNIDAS.— Cuba denunciou no seio desta organização, na segunda-feira, 13 de outubro, que o bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos constitui a principal afetação para o desenvolvimento e o bem-estar das mulheres da Ilha.

 “Essa medida unilateral que Washington aplica há mais de meio século representa um ato de genocídio e de violência que padecem as mulheres e meninas cubanas”, afirmou o diplomata Jairo Rodríguez na Terceira Comissão da Assembleia Geral da ONU, encarregada dos assuntos sociais, culturais e humanitários.

 De acordo com o funcionário da chancelaria cubana, o cerco se traduz no maior obstáculo para o progresso das mulheres no país caribenho, onde as sanções norte-americanas deixaram perdas por US$ 1,112 trilhão e um dano humano incalculável.

 A eliminação da violência contra as mulheres e meninas requer da erradicação de todas as medidas coercitivas unilaterais, advertiu em uma sessão dedicada a avaliar os avanços desse setor da população no planeta.

 Rodríguez lembrou que no próximo dia 28 de outubro a comunidade internacional terá, mais uma vez, a chance de rechaçar o bloqueio, quando a plenária dos 193 membros das Nações Unidas vote em um novo projeto de resolução sobre a necessidade de pôr fim ao cerco da Casa Branca.

 Ante a Terceira Comissão, o diplomata também denunciou o sofrimento das mães, esposas e filhos dos três lutadores antiterroristas cubanos que permanecem encarcerados nas prisões estadunidenses.

 Gerardo Hernández, Antonio Guerrero e Ramón Labañino foram presos em 1998 junto a Fernando González e René González, os quais já retornaram à Ilha, após terem cumprido suas condenações, pelo acompanhamento a grupos que a partir do sul da Flórida organizam, financiam e executam ações violentas contra a Ilha maior das Antilhas.

  Rodríguez destacou, ainda, o pleno acesso à saúde e à educação, a redução da mortalidade infantil até 4,2 em cada mil nascidos vivos — semelhante à dos Estados ricos— e o incremento da esperança de vida, que atingiu 80 anos.

 Em nível internacional sublinhou que apesar de alguns avanços resta muito por fazer para superar a exclusão, a discriminação e a violência que afeta as mulheres. (PL)

 

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